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Mostrando postagens de 2011

Um momento

Já não sei mais o que quero e quase que nem sei quem eu sou. O distante é tenro, mas não eterno... E já não consigo mais me encontrar em cada passo que eu dou. Olho-me no espelho, mas não consigo me enxergar. Estou tão diferente que chego até a duvidar, de toda e qualquer coisa. Sinto falta do distante, do que era tão bom quando sonho, mas quando quase em prática é ilusão. Não só meus planos, sonhos e desejos, mas até quase minha vida. Nem a nostalgia me convence mais de que se o futuro não pode ser perfeito, talvez o passado tenha sido bom. Dúvidas existenciais de alguém que quase não existe por fazer as mesmas coisas sem poder ter nas mãos o poder de transformar tudo em coisa boa como um dia fez... E sou criticado por minha subjetividade, criatividade, sinceridade, intuição. Um ser semi-empírico, com uma diferenciada visão. E essa lógica matemática me incomoda tanto, quase quanto a raiz quadrada da injustiça universal. Desse receio de errar ou ser incorreto, incoeso, se errar é a melhor forma …